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Asilo Arkham, Quarta-feira, Dezembro 28, 2005

Kung-Fu Futebol Clube (Shaolin Soccer)(Siu lam juk kau) - 2001





Diretor: Stephen Chow
Roteiro: Stephen Chow, Kan-Cheung Tsang
Elenco: Stephen Chow, Vicki Zhao, Man Tat, Yin Tse, Yut Fei Wong, Karen Mok, Sarondar Li
Duração: 113 minutos
Origem: China/Hong Kong

Estava na espera de filme fazia um tempão. Exatamente onde havia visto o trailer naum me lembro, se tinha sido no cinema ou em trailer na inet. MAs qndo vi disse "Preciso ver isso".
Eh questão de gosto, claro, não é qualquer um que curte filmes de lutinhas com chineses, ainda mais misturado com futebol onde se vê mega chutes, destruindo tudo que se vê, ou uma bola pegando fogo, onde a chamas ficam na forma de uma leopardo.
O ponto forte do filme acredito eu, e fazer essa mistura com efeitos especiais, comédia escrachada totalmente.


Stephen Chow teu seu dom particular em fazer esse tipo de filme, como pudemos ter conferido nos cinemas com Kung Fusão. Seu modo fantástico de fazer as cenas, abusando de movimentos com cordas, com cenas rapidas e efeitos especiais engraçados. Mais parecem defeitos especiais, mas como a comédia funcinoou a meu ver, ta tudo bem.



Nas versões dubladas, tanto ingles com portugues notamos uma coisa. A versão em português segue o ritmo da original, ja a americana inventa um pouco, como na parte onde se mostrava o estadio, onde a camera dava uma visão geral do local, um narrador ficava narrando acontecimentos do tipo "e a torcida delira a espera do inicio da partida"... só faltava aquele musiquinha de intervalo que vemos nos jogos de basquete alá Familia Adamans..... para o filme, isso foi desnecessário... e convenhamos tb, filme desse tipo, a dublagem chinesa, japonesa, o que for, é bem melhor de ouvir, os gritinhos o modo de falar, eh bem mais engraçado e bem feito.



Chow é um ex-shaolin agora jogado na sarjeta e onde gosta de jogar futebol. Em suas andanças encontra com Man Tat Ng (Golden Leg Fung), ex treinador tb jogado na sarjeta. Depois de ver o que Sing eh capaz de fazer com uma bola nos pés, Golden Leg lhe oferece parceria onde misturariam técnicas shaolin e futebol. Sing então vai atras dos seus irmãos ex-shaolins para fazerem parte do time. Tão logo, vão ganhando um sucesso grandioso pois venciam de goleada cada jogo, e com facilidade, logo chama atençao de Yin Tse, técnico do Team Evil, que possuia os melhores jogadores e onde usava técnicas e substancias diferenciadas para que os jogadores fossem super jogadores.



No final, os dois times se enfrentam de forma nada convencional, cheio de efeitos especiais (destaco o goleiro do time shaolin, usa roupas e tem o rosto igual ao Bruce Lee, proposital)
Está entre os filmes de comédia que mais curti esse ano



® Squall Leonhart SeeÐ às 02:40
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Asilo Arkham, Domingo, Dezembro 25, 2005

Voto É Secreto, O (Raye Makhfi/Secret Ballot) - 2001





Diretor: Babak Payami
Roteiro: Babak Payami
Elenco: Nassim Abdi, Cyrus Abdi, Youssef Habashi
Duração: 100 minutos
Origem: Itália/Canadá/Suécia/Irã

Devo assumir aqui minha total falta de consideração e total preguiça para analizar certos filmes, mesmo que eles tenham um propósito determinado e fundamento com senso crítico comprovado.
Confesso que esse filme mais me irritou do que qualquer coisa, me forçando em certos minutos do filme apertar a tecla foward deixando trabalhar por alguns segundos.


Passado no irã, mais precisamente no dia da eleição presidencial, no inicio do filme, de cara, nos deparamos com uma cena, praticamente imóvel, de mais de 10 minutos, sem som onde nos mostra uma praia e dois soldados revezando quem montava guarda e quem dormia. Um caixa cai do céu, onde logo após, vindo de Barco, nos eh apresentado a protagonista do filme, e onde tb ficamos sabendo do que se tratava a tal caixa, uma urna eleitoral.
Comos sabemos, nessa região do mundo as mulheres são bem submissas ao homen, e daí começa a interação entra moça e o soldado que lhe acompanhará na jornada de recolhimento dos votos.


Daí pra frente vemos os dois andando pelo deserto recolhendo votos, onde no final da tarde ela se despede do soldado, agora um pouco mais conformado e menos relutante, onde ela vem a pegar um avião (não era um jatinho, era um avião grande, tipo um Foker100) e ir embora....... fim.
Parece idiota (realmente foi)... mas foi isso que realmente aconteceu.

Indo na ferida, o que me incomodou nesse filme, foi o modo como ele foi montado. Em certas cenas, como uma em que a mulher e o soldado pegam um barco a remo e vão em direção a um barco maior recolher um voto. Desde o momento em que eles aparecem nesse barco ate o momento chegar ao barco para assim subirem, já se demora uns 3 minutos. Até subir, pegar o voto e voltar ao barco (detalhe, sem diálogo algum) mais alguns minutos. Para completar, na mesma sequincia temo que ver o barco retornando em terra firme, só que ao invés de 2 agora eram 3 pessoas. Deram carona para uma mulher. Toda essa sequencia, de ida e vinda do voto soma-se mais ou menos 18 minutos.


Desculpem minha falta de senso critico e gosto para filme quem até tem um fundamento interessante, mas que não consigo ver o quão ele é bom ou engraçado. Nem na cena em que eles param no meio do deserto pois tem um semáforo acusando sinal vermelho, e mesmo se vendo que não tem carro algum por quilometros que poderia cruzar por ali, e ele naum atravessa por respeitar a sinalização.
Chato, cansativo, é o mínimo que posso definir esse filme









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Wasabi (Wasabi) - 2001





Diretor: Gérard Krawczyk
Roteiro: Gérard Krawczyk
Elenco: Jean Reno, Ryoko Hirosue, Michel Muller, Carole Bouquet, Ludovic Berthillot, Michel Scourneau, Jean-Marc Montalto, Alexandre Brik, Fabio Zenoni, Jacques Bondoux, Yoshi Oiwa, Haruhiko Hirata, Yuki Sakai, Christian Sinniger
Duração: 100 minutos
Origem: França


Curto o ator Jean Reno, desde qndo o vi em O Profissional e outros filmes. Seu jeitão sério e ao mesmo tempo caricato eh contagiante. Nesse filme não é diferente.



A velha história do policial que age por seus métodos e possui destaque aqui impera no inicio do filme. Após receber uma comunicação do japão que sua ex-esposa havia morrido, e que deixara uma herança. A tal herança seria q ele teria que cuidar da filha dela, que por acaso era filha dele tb, mas até então a menina, vivida pela gracinha Ryoko Hirosue . A interação entre os dois se encaixa de uma forma bem homogênia, não tanto como foi com Natalie Portman em O Profissinal, mas não se torna forçado demais, tirando o fato eh claro deles terem características parecidas por se tratarem de pai e filha.





O nome do filme, creio eu, veio de uma cena onde Leon(Reno), juntamente com seu comparsa Maurice, estão num restaurante japones e no meio do que lhe eh servido tem uma porção de wasabi, onde Maurice vem a comentar que aquilo era bom. Leon então mete o dedo e leva uma quantidade generosa a boca, repete isso alguns vezes, observado boquiaberto por Maurice que nada acontecia a Leon.











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1941 - Uma Guerra Muito Louca (1941) - 1979





Diretor: Steven Spielberg
Roteiro: Robert Zemeckis, Bob Gale, John Milius
Elenco: Dan Aykroyd, Ned Beatty, John Belushi, Lorraine Gary, Murray Hamilton, Christopher Lee, Tim Matheson, Toshiro Mifune, Warren Oates, Robert Stack, Treat Williams, Nancy Allen, Eddie Deezen, Wendie Jo Sperber, Slim Pickens
Duração: 117 minutos
Origem: EUA


Algumas particularidades desse filme. Fui atras dele por se tratar de um filme de comédia dirigido por Steven Spielberg. Na locadora, na seção em que estava, praticamente ele foi o ultima fita em que eu encostei enquanto procurava (faltou apenas uma prateleira depois de ter passado por 4). E a ultima... esse filme passou na globo a uns meses atras.... pior... com imagem um pouco melhor que a fita, e legendado. Não acreditei qndo vi... um filme legendado na globo o.O
A famosa cena inicial satirizando tubarão achei a melhor do filme, não que as outras não mereçam menção, mas essa em especial ficou impagavel. O historia se passa após o ataque a Peal Harbor, por isso o titulo conter 1941, onde todos estavam medo de uma invasão japonesa a cidade de Los Angeles.


Tipica cimédia escrachante, possui um cast de peso com atores consagrados em de comédias em geral assim como tb na roteirização, como Zemeckis e Bob Gale (da trilogia De Volta para o futuro) eh John Millus (Apocalypse Now). Não se compara a filmes como Top Gun ou Apertem os Sinto O Piloto sumiu, mas diverte. Talvez o ponto fraco está em sua extenção, com quase 2 horas chegando a cansar um pouco.





® Squall Leonhart SeeÐ às 05:29
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Formiga Nas Calças (Harte Jungs) - 2000




Diretor: Marc Rothemund
Roteiro: Granz Henman
Elenco: Stefan Jurgens, Luise Helm, Sissi Perlinger, Tobias Schenke, Axel Stein
Duração: 83 minutos
Origem: Alemanha



Quando peguei esse filme já esperaria ver o típico filme e adolecente e seus hormônios a mil. Realmente isso não foi muito diferente, tirando o fato que não era um filme tipicamente americano (confesso que não havia visto que se tratava de um filme Alemão). Tb pudera, a versão que vi pelo menos havia a versão "original" dublado em inglês ou a dublada em português. Optei pelo dublado em português mesmo, dublado por dublado as bocas não acompanhavam o que era falado, e nossa dublagem não é tão ruim assim.


O filme mostra um adolecente que acorda com uma ereção falante. Isso mesmo... seu pênis lhe dá um bom dia e começa e lhe ensinar o que é sexo, ou melhor, como seria a sensação da vontade junto ao sexo oposto.



Nem irei prolongar muito. O filme trata de descobertas, curiosidades, e como existiram os nerds boboes que se apaixona por uma gostosa que tem um namorado bravo, e que, por consequencia e poder de sedução dos nerds, a gostosa acaba atraida pelo nerd, e claro, o namorado bravo, parte pra cima do nerd. Mas que nesse caso, o nerd, se dá mal... e fica sem a gostosa







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Blade Trinity (Blade Trinity) - 2004





Diretor: David S. Goyer
Roteiro: David S. Goyer
Elenco: Wesley Snipes, Kris Kristofferson, Ryan Reynolds, Jessica Biel, Parker Posey, Steve Braun, Paul Michael Lavesque, Scott Heindl, Natasha Lyonne, Haili Page, Dominic Purcell, Callum Keith Rennie, Ron Selmour, James Remar
Duração: 106 minutos
Origem: EUA


Goyer digamos foi quem deu vida a Blade nas telinhas, já que foi ele quem dirigiu e roteirisou os três filmes da franquia. Seu trabalho mais recente podemos ver como roteirista de Batman Begins, onde se deu muito bem.


Nessa terceria sequencia vemos Blade novamente sendo caçado pelos vampiros (não era pra ser o contrario?) onde agora, graças a uma campanha difamatória por parte dos sangue-sugas, Blade agora tb se vê com os humanos em seu encalço. Precisando de ajuda, ele encontra os Notívagos, um grupo de humanos que tb caçam vampiros, composto por Abigail (Jessica Bielgostosa!), que aqui eh filha de Whistler (Kris Kristofferson), Hannibal King (Ryan Reynolds) e Sommerfield (Natasha Lyonne). No decorrer dos acontecimentos eles enfrentaram Dracula, vivido aqui por Dominic Purcell, onde mais parece um lutador de Jiu Ji-tsu puto e drogado. Creio que depois do Dracula de Van Helsing, esse tenha sido o pior interpretado.

Talvez o que tenha mais me irritado na verdade tenha sido as piadinhas dadas por Reynolds no decorrer da película onde não consegui encontrar se o real motivo para tantas piadinhas era tentar ser engraçado ou para irritar o telespectador. Talvez a única que tenha surgido efeito para com esse que vos fala é no momento em quem Hannibal está preso em uma sala com teto de vidro sendo espancado (note que ele leva muitas pancadas, e nem um pouquinho inchado ele fica, será que era um Daywalker q nem Snipes? ...mistéeerio)... mas num determinado tempo e olha para os que estão lhe surrando e diz É agora que vcs se ferram, pois Blade virá me salvar... ele olha pra cima, em volta e não vê nada.... É... acho que ele está atrasado E da-lhe porrada... segundos depois Blade aparece, mas, nem enconsta em HAnnibal pra lhe soltar e sai da sala deixando-o se virar. Pois é, isso lhe dá uma ideia de como ruim eram suas piadinhas.











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Jogos Mortais (Saw) - 2004





Diretor: James Wan
Roteiro: James Wan, Leigh Whannell
Elenco: Cary Elwes, Danny Glover, Leigh Whannell, Ken Leung, Dina Meyer, Mike Butters, Paul Gutrecht, Michael Emerson, Benito Martinez, Shawnee Smith, Makenzie Vega, Monica Potter, Ned Bellamy, Alexandra Bokyun Chun, Avner Garbi
Duração: 100 minutos
Origem: EUA


Quase que indiscutível se fazer algum tipo de comparação com Se7en devido ao clima mórbido, pesado e psicológico. Com um clima mais pesado e violento, esse filme nos mostra o quão longe a mente do ser humano ao pensar que fazer com que pessoas passem por provações de que merece viver para que aprenda a dar mais valor a vida. Caso ela não consiga passar nos testes que lhe são impostas, melhor que morra e não a desperdice mais.

Jams Wan foi esperto numa outra coisa tb além, lógico, de abordar um assunto chocante, polêmico como torturas onde o comandante de tudo isso apenas fez a regras, quem faz são os participantes dessa loucura, foi o fato de não gastar muito com a produção desse filme. Em termos de atores famosos vemos Danny Glover (Maquina Mortífera), Ken Leung (Vanilla Sky e Dragão Vermelho), Dina Meyer (Starship Troopers) e talvez o mais curioso tenha sido Cary Elwes. Pq curioso? Reconheci-o logo na sua aparição, mas fiquei na dúvida. Como um ator daqueles filmes estaria fazendo um desse tipo tão psicológico. Mas nos créditos pude confirmar q era ele mesmo.

Parando com a enrolação, quem viu os filmes A Louca, louca história de Robin Hood e Top Gun talvez se recorde melhor. Sinceramente creio que Wan escolheu esse elenco segundário e não opnou por colocar todos desconhecidos pois sabia que ter um rosto familiar ajudaria de alguma forma na divulgação do filme, e de quebra não gastar muito com cache milhonários. O filme foi gravado em apenas 18 dias, tendo sido gastos 1,2 milhoes aproximadamente, pouco se comparado a produções de 40, 50 milhoes. Sua arrecadação ultrapassou os 40 milhoes. Ainda está longe, em termos de porcetagem, ultrapassar a quantia gastaxrecebida de Bruxa de Blair, mas isso não vem ao caso agora, apenas como forma de comparação e dar uma lembradinha nesse filme que gostei até onde muitos que conheço odiaram =p






® Squall Leonhart SeeÐ às 03:14
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